Publicado por André Luiz Melo
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Lipossolúvel, a vitamina A possui ação ativa e essencial sobre o desenvolvimento ósseo, síntese de hormônios e regulação, reprodução, entre outras. A conversão da luz em sinais cerebrais por meio dos olhos necessita de níveis equilibrados de vitamina A, uma vez que esta auxilia durante o processo de conversão da luz em sinais do cérebro.

É a vitamina A o nutriente responsável por agir na defesa do organismo no combate ao surgimento de infecção e ainda por estimular a produção de glóbulos brancos para uma pele saudável, revigorada e protegida. Ela ainda é capaz de ajudar na subdivisão das células.

Alimentos com vitamina A

Efeitos benéficos da vitamina A para a saúde

Foto: Reprodução/ internet

Fígado, leite, ovos, entre outros alimentos de origem animal, além de peixes e cereais, são dotados da vitamina A. Na forma de carotenóides, os vegetais de folhas de cor verde e ainda legumes e frutas têm essa vitamina em sua composição nutricional. Confira na lista:

1. Batata Doce
2. Cenoura
3. Óleo de fígado de Bacalhau
4. Manga
5. Abóbora
6. Couve
7. Espinafre
8. Tomate
9. Mamão
10. Damascos Secos

Ausência de vitamina A

Já ouviu falar na cegueira noturna. Pois bem. Guarde este nome na memória, uma vez que este é um dos problemas mais comuns de atormentar o organismo daqueles que não ingerem doses adequadas de vitamina A. Baixa imunidade, pele ressecada e escamosa, além de problemas com reprodução e a suspensão do desenvolvimento dos ossos são outros exemplos de complicações geradas a partir da falta de vitamina A no corpo.

Vitamina A e o seu excesso no corpo

Toxidade crônica. Eis um dos efeitos colaterais causados pela superdosagem de vitamina A produzida a partir da pré-formação através de alimentos de origem animal ou mesmo suplementos. Náuseas, vômitos, dores de cabeça, visão turva e tonturas estão entre os sintomas a serem sentidos nesses casos. Pele seca, defeitos congênitos, diminuição de apetite, anormalidades hepáticas, desequilíbrios do sistema nervoso central e dores nos ossos e nas articulações também fazem parte desse grupo de sintomas causados em decorrência do excesso de vitamina A. A redução da densidade mineral óssea, podendo provocar a osteoporose, também pode ocorrer nessas situações.

Pré-vitamina A e a vitamina A

Sabendo que a obtenção de vitamina A tanto pode ser por meio de fontes vegetais como animais, se faz necessário esclarecer: pré-vitamina A é como é chamado esse nutriente quando oriundo de fontes de origem animal, alimentos fortificados e também suplementos.

Já a partir de alimentos de origem vegetal, esse nutriente se forma como sendo carotenóides, sobretudo beta-caroteno, e assim ganha a nomenclatura de vitamina A.

Níveis recomendados de vitamina A, segundo a Food and Nutrition Board (FNB) – Institute of Medicine, 2001:

   Faixa etária
   Homens = mcg/dia (UI/dia)   Mulheres = mcg/dia (UI/dia)
Recém-nascidos   0-6 meses   400 (1333 UI)   400 (1333 UI)
Bebês   7-12 meses   500 (1667 UI)   500 (1667 UI)
Crianças   1-3 anos   300 (1000 UI)   300 (1000 UI)
Crianças   4-8 anos   400 (1333 UI)   400 (1333 UI)
Crianças   9-13 anos   600 (2000 UI)   600 (2000 UI)
Adolescentes   14-18 anos   900 (3000 UI)   700 (2333 UI)
Adultos   maior de 19 anos   900 (3000 UI)   700 (2333 UI)
Grávidas   menor de 18 anos                          —-   750 (2500 UI)
Grávidas   maior de 19 anos                          —-   770 (2567 UI)
Lactantes   menor de 18 anos                          —-   1200 (4000 UI)
Lactantes   maior de 19 anos                          —-   1300 (4333 UI)

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